Ao longo dos últimos dez anos, a IA passou, sucessivamente, das fases de machine learning e deep learning , à fase de IA generativa, até atingir, nos anos mais recentes, a fase industrial, em que é cada vez maior a sua utilização por empresas e administrações públicas. O seu uso na investigação científica acelera muito significativamente os processos de recolha e tratamento de dados, bem como de obtenção de resultados. Fiz, recentemente, várias experiências sobre esta vantagem da IA. Num dos casos, com um programa que construí há uns quarenta anos, cuja extensão corresponde a doze páginas A4, e que levava três a quatro horas a produzir cada matriz (50X50) de resultados. A plataforma GEMINI converteu, muito rapidamente o programa, da velha linguagem QUICKBASIC para a moderna Python e, em cerca dum minuto, obtive a primeira matriz de resultados. Essa abordagem que, na época, surgiu como inovadora, acabou por cair rapidamente em desuso, precisamente devido ao elevado...
Comentários
Enviar um comentário