Confiar nos economistas é entregar a alma ao diabo
Reencontrei um texto meu, saído no Público em 2015, no qual explicava as vantagens que a extensão do prazo das dívidas apresentava, no contexto da época, tanto para os devedores como para os bancos. O texto em si, é hoje apenas uma curiosidade histórica. O que eu achei divertido foi reler os comentários, que devem servir para, quem for economista, pensar bem antes de dar conselhos a alguém. Aqui fica o texto, seguido dos três comentários. A extensão do prazo das dívidas aos bancos, o aumento dos spreads e a racionalidade económica O aumento de diversos tipos de risco, que tem ocorrido no crédito hipotecário, pode sugerir que há um propósito menos evidente nesta iniciativa da banca. Esta iniciativa é vista, por alguns sectores de opinião, como um expediente desleal através do qual os bancos visariam apenas aumentar os seus ganhos à custa dos devedores, os quais só terão a perder com a alteração dos contra...